quarta-feira, 20 de abril de 2011

Governo fará reunião em busca de consenso sobre Código Florestal



Fonte: Garça Online
O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) afirmou nesta terça-feira (19) que governo fará uma reunião no início da próxima semana para tentar um consenso em torno do projeto que altera o Código Florestal. O relator da proposta na Câmara, Aldo Rebelo (PcdoB), está concluindo o texto final, que deve ser colocado em votação no início de maio.
“O governo está num processo de decisão final e vai fazer uma reunião com ministros e parlamentares”, disse Chinaglia, após se encontrar com o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, no Palácio do Planalto.
 Segundo Chinaglia, o objetivo é chegar a um acordo entre os integrantes do governo. “Não tem essa história de que o ministro da Agricultura pensa de um jeito, o do Meio Ambiente pensa de outro. O governo vai ter uma palavra única”, afirmou.
Mais cedo nesta terça, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse que coloem votação no começo de maiocará  o projeto de lei que modifica a legislação ambiental. A data prevista é 3 e 4 de maio, de acordo com Maia.
Segundo o parlamentar, o relator do projeto poderá fazer ajustes no texto até início do próximo mês. Aldo Rebelo já havia dito que ainda faria alterações para que se chegasse a um projeto consensual.
Para o presidente da Câmara, ainda não há consenso, mas até a votação deve haver acordo sobre 99% do parecer de Rebelo.
As mudanças no Código Florestal foram aprovadas em julho do ano passado em comissão especial na Câmara. Agora, o tema precisa passar pelo plenário da Casa e depois ir para o Senado. Ruralistas querem a aprovação rápida do texto. Ambientalistas criticam principalmente a anistia a quem desmatou áreas que deveriam ser preservadas.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Água e Clima : contribuições para o desenvolvimento sustentável.


Fonte : http://www.petrobras.com.br/minisite/ambiental/apresentacao/
Alinhado ao Plano Estratégico e ao Plano de Negócios, o Programa Petrobras Ambiental confirma o compromisso da Companhia em contribuir para a implementação do desenvolvimento sustentável, estratégia que se evidencia no enfoque integrado dos processos produtivos e do meio ambiente. Por meio de sua política de patrocínio ambiental, a Petrobras investe em iniciativas que visam à proteção ambiental e à difusão da consciência ecológica.
O Programa se caracteriza por atuar em temas ambientais relevantes para a Petrobras e para o País, articulando iniciativas que contribuem para criar soluções e oferecer alternativas com potencial transformador e em sinergia com políticas públicas.
O novo tema do Programa é “Água e Clima: contribuições para o desenvolvimento sustentável”.
De 2003 a 2008, o Programa Petrobras Ambiental investiu mais de R$ 150 milhões em projetos de pequeno, médio e grande portes desenvolvidos em parceria com organizações da sociedade civil de todo o País, abrangendo dezenas de bacias, ecossistemas e paisagens na Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.
Mais de 5 mil espécies nativas foram estudadas em uma área de influência direta de 9 mil hectares, atendendo a 23 milhões de pessoas direta e indiretamente em 129 municípios de 17 estados brasileiros.

Promovendo a Cidadania
Fonte: http://www.petrobras.com.br/pt/meio-ambiente-e-sociedade/promovendo-a-cidadania/
Atuar com responsabilidade social em todas as nossas atividades é um desafio que temos orgulho de vencer a cada dia. Ao longo dos anos, aperfeiçoamos o nosso jeito de interagir com os públicos de interesse e adquirimos importante experiência no assunto.
A criação da Política de Responsabilidade Social, em 2007, foi um passo decisivo para a Petrobras, pois esse tema tornou-se uma função corporativa em nosso Plano Estratégico.
Agora, temos como meta ser referência internacional em responsabilidade social na gestão dos negócios, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Estamos no caminho certo, pois, pela quinta vez consecutiva integramos o Dow Jones Sustainability Index, referência entre os investidores que procuram empresas socialmente responsáveis; e adotamos uma gestão alinhada aos dez princípios do Pacto Global da ONU, do qual somos signatários desde 2003.
Acreditamos que o diálogo permanente é fundamental para alcançar nossos objetivos. Buscamos reduzir riscos, evitar impactos sociais negativos e gerar resultados positivos por meio do relacionamento com as comunidades onde desenvolvemos atividades. Conhecendo a realidade que nos cerca, asseguramos a inserção social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, sempre respeitando a diversidade.
A significativa importância da Responsabilidade Social na Companhia se traduz em investimentos. E para democratizar o acesso a esses recursos, criamos o Programa Petrobras Desenvolvimento & Cidadania, que pretende investir R$ 1,2 bilhão até 2012. Por meio de seleção pública, são escolhidos projetos que contribuam para a redução da pobreza e da desigualdade social no Brasil.
São iniciativas capazes de transformar condições aparentemente difíceis, como a Rede de Reciclagem de Resíduos, que desenvolve ações voltadas para a inserção social e produtiva dos catadores de materiais recicláveis. O projeto beneficia diretamente cerca de 7200 pessoas e 143 instituições de catadores.
Além de projetos que incentivam a geração de renda e oportunidade de trabalho, damos especial atenção à educação para a qualificação profissional e para a garantia dos direitos da criança e do adolescente. Desta forma, fazemos nossa parte como maior empresa brasileira e contribuímos para o desenvolvimento do nosso país.

Preservando o Meio Ambiente
Fonte:http://www.petrobras.com.br/pt/meio-ambiente-e-sociedade/preservando-meio-ambiente/
Sustentabilidade: palavra que está na cabeça de quem se preocupa com o meio ambiente e com o futuro do planeta. Na Petrobras, a responsabilidade ambiental faz parte da nossa missão e está totalmente ligada ao negócio. Trabalhamos hoje para garantir o futuro sustentável das próximas gerações.
Mas será que é possível explorar e produzir petróleo com respeito ao meio ambiente? Nós provamos que sim. Além de apoiar projetos ambientais – de 2003 a 2008, o Programa Petrobras Ambiental investiu mais de R$ 210 milhões – somos os primeiros a dar exemplos de ações sustentáveis.
Nosso foco é a ecoeficiência. Para nós, não basta produzir, refinar e distribuir petróleo dentro dos mais rigorosos padrões de segurança. Com a utilização racional de água e energia, e a menor geração possível de efluentes, resíduos e emissões em todas as nossas unidades, reduzimos o impacto no meio ambiente e reforçamos nosso compromisso com a busca da excelência em nossas operações.
A Refinaria de Capuava (Recap), em São Paulo, é um exemplo concreto de reuso de água: ela é a primeira unidade com descarte zero de efluentes. Temos a quase totalidade de nossas unidades no Brasil e no exterior
certificadas em conformidade com as normas ISO 14001 (relativa do meio ambiente) e BS 8800 (relativa a segurança e saúde).
O Limite Máximo Admissível (LMA) para a geração de resíduos sólidos perigosos em nossos processos é outra ação prática de responsabilidade ambiental, além do monitoramento das emissões atmosféricas. De 2008 a 2015, nossa meta é evitar a emissão de 29,7 milhões de toneladas de CO2.

Entre em contato com os Centros de Defesa Ambiental em todo o Brasil

Telefones 24 horas
(CDAs) também fazem parte de nosso compromisso com a segurança ambiental, pois garantem máxima proteção às nossas unidades operacionais em caso de emergência. Localizados em pontos estratégicos de operação, os CDAs complementam os planos de contingência locais já existentes nos terminais, refinarias e demais unidades da Companhia.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Engenharia Florestal: profissional em destaque no mercado


Engenharia Florestal

Bacharelado

É o ramo da engenharia voltado para o estudo e o uso sustentável de recursos florestais. O engenheiro florestal avalia o potencial de ecossistemas florestais e planeja seu aproveitamento de modo a preservar a flora e a fauna locais. Ele pesquisa e seleciona sementes e mudas, identifica e classifica espécies vegetais e procura melhorar suas características, analisando as condições necessárias a sua adaptação ao ambiente. Elabora e acompanha projetos de preservação de parques e de reservas naturais e cuida de fazendas de reflorestamento. Recupera áreas degradadas, cuida da arborização urbana e avalia o impacto ambiental de atividades humanas em uma área. Esse engenheiro também efetua vistoriais, perícias e avaliações, emitindo laudos e pareceres. Em sua atuação, visa a segurança e os impactos socioambientais

O mercado de trabalho

O novo Código Florestal brasileiro foi aprovado em julho de 2010 em meio a bastante polêmica. Isso mostra a importância crescente das discussões em relação à preservação e ao manejo florestal. Devem aumentar as oportunidades para o engenheiro florestal, que pode dar assistência e desenvolver projetos para adaptar as propriedades rurais à nova legislação. Órgãos como Ministério do Meio Ambiente, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais realizam concursos frequentes para a contratação desse profissional. Empresas privadas que prestam serviços para o governo também necessitam dessa mão de obra especializada. Quem atua nas áreas de ecologia aplicada e de manejo florestal vem sendo solicitado nos últimos anos por empresas de reflorestamento e por produtores rurais que fazem o plantio de florestas para fins comerciais. "Cresce muito o número de proprietários de terra que antes só investiam nos setores agrícola e pecuário e hoje destinam parte das terras ao plantio de eucalipto, contratando esse engenheiro para viabilizar o projeto", explica Soraya Alvarenga Botelho, coordenadora do curso da Ufla, em Minas Gerais. Os postos de trabalho estão concentrados, sobretudo, nos estados do Sul e do Sudeste, com destaque para Minas Gerais, que possui extensas áreas de reflorestamento, abrindo boas oportunidades para esse engenheiro. Cresce também a procura na Região Norte, que tem o desafio de se desenvolver de maneira sustentável. Nas indústrias de base florestal, em especial nas de papel e celulose, de móveis, de compensado e de carvão, aumenta a procura pelo especialista em tecnologia de produtos florestais. Outros nichos que vêm se expandindo são o comércio de produtos florestais, a gestão de viveiros florestais e a coleta, o estoque e a transformação do lixo urbano e industrial. Prefeituras de todo o país buscam esse graduado para cuidar da arborização urbana. O profissional pode atuar ainda de maneira empreendedora, como assessor técnico de ONGs ou abrindo empresa de produção de mudas e vendas de sementes. 

Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).

O curso

As ciências agrárias e biológicas estão presentes em todo o currículo, com destaque para as disciplinas que envolvem botânica, tecnologia da madeira, fisiologia vegetal, biologia celular e silvicultura. Mas o forte do curso são as técnicas e os métodos de uso racional das matas que não comprometam o ecossistema. Nessa área, as disciplinas teóricas - como conservação de recursos naturais renováveis - alternam-se com práticas de manejo florestal, ecologia aplicada em campo, atividades em laboratórios e viveiros. O estágio é obrigatório, bem como um trabalho de conclusão de curso. 

Duração média: cinco anos. Outro nome: Eng. de Florestas Tropicais.

O que você pode fazer

Ecologia aplicada

Estudar e administrar parques e reservas florestais e gerenciar processos de exploração que preservem os recursos naturais. Recuperar áreas degradadas.

Educação

Realizar atividades em educação ambiental e ecoturismo.

Fiscalização

Supervisionar empresas que utilizem produtos de origem florestal como termoelétricas a carvão, indústrias que utilizem lenha e siderúrgicas.

Manejo florestal

Elaborar, promover e supervisionar projetos de reflorestamento das espécies arbóreas para aumentar sua produtividade. Pesquisar sementes e o melhoramento genético da vegetação.

Tecnologia de produtos florestais

Pesquisar e desenvolver tecnologias para o aproveitamento, a extração e a industrialização de madeiras e de outros produtos da floresta, como óleos essenciais e resinas.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Ministério Público repudia mudanças no Código Florestal

Procuradores da República e representantes de entidades ligadas ao Ministério PúblicoFederal realizaram ato público na Câmara em repúdio às propostas de reforma do Código Florestal (Lei 4.771/65).
Os manifestantes entregaram ao vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), moção de repúdio e nota técnica com seus argumentos. Eles se disseram muito preocupados com os impactos ambientais que podem provocar as alterações no Código Florestal aprovadas pela comissão especial que analisou o tema. Eles dizem também que o debate não envolveu toda a sociedade e que, na verdade, a legislação atual é moderna, de vanguarda, e não precisa ser mudada, mas colocada em prática.
Para o presidente da Associação Brasileira do Ministério Público de Meio Ambiente, Jarbas Soares Junior, a flexibilização da lei ameaçaria a vegetação, a fauna, a biodiversidade e os recursos hídricos do País. "Somos contra a diminuição das áreas de reserva legal, a redução das áreas de preservação permanente e a anistia àqueles que desrespeitaram o código", disse.
A Rede Latino-Americana de Ministérios Públicos Ambientais apresentou carta em defesa da legislação em vigor no Brasil. Para o representante do Ministério Público do Paraguai, Jorge Sosa Garcia, o código brasileiro serviu de exemplo para que países como Paraguai, Peru e Equador aprovassem legislações ambientais fortes. Ele disse que, no Paraguai, houve aumento da produção agrícola desde a criação da lei de desmatamento zero, em 2004. Segundo ele, o resultado foi mesmo de redução do desmatamento e estímulo ao desenvolvimento tecnológico.
No Brasil, só a discussão em torno das mudanças no Código Florestal já fez o desmatamento disparar, segundo o presidente do Instituto Direito por um Planeta Verde, Carlos Teodoro Irigaray.